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Iluminação – Um dos Segredos da Fotografia

Hoje, para variar, não vou falar de Photoshop. Escolhi o tema “Iluminação” devido a importância dela na fotografia. Através da iluminação, o fotógrafo é capaz de transmitir emoções à foto, simplesmente controlando a luz, criando sombras, valorizando certas áreas e escondendo outras.

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Foto: Toddy Holland.

Uma iluminação mais suave pode valorizar de uma forma incrível as curvas de uma modelo.

Mas dominar a luz entre 4 paredes é uma coisa. O fotógrafo posiciona os flashes onde quiser para fazer a luz a seu gosto (ou a do cliente :) ). Agora saber aproveitar a luz natural… aí já é outra história. Quem tem que se posicionar é o fotógrafo e, em alguns casos, o alvo do click. Claro que dá pra usar rebatedores para aproveitar melhor a luz…mas as limitações ainda são grandes. Para determinadas fotos o horário é que dita as regras.

Um exemplo prático disso seria o click de uma fachada de um prédio, que para aproveitar a luz ideal teria que ser feito de madrugada ou no final da tarde. (Geralmente é feito de madrugada para evitar a presença de veículos e pedestres). Claro que a posição geográfica do prédio também é levada em consideração para determinar a hora ideal do click.

Pra quem curte fotos externas, é possível conseguir efeitos fantásticos com contra-luz.

th_esp_012Foto: Toddy Holland

robsonFoto: Robson Melo

Fotos externas, na minha opinião, são únicas. A luz nunca será a mesma, nem as pessoas. Cabe ao fotógrafo escolher o momento ideal para o click  e os efeito de iluminação podem ser os mais diversos.

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Fotos: Robson Melo (Patativa do Assaré, imortalizado pelos clicks do meu amigo Robson).

Outro exemplo prático do que a iluminação pode fazer foi demonstrado pelo Leonardo Luz durante um curso de fotografia aqui em Fortaleza. Uma modelo tinha um nariz grande e simplesmente reposicionando um dos flashes foi possível amenizar a sombra projetada “corrigindo” o tamanho do nariz. (Vou aproveitar para lembrar a galera que Leonardo Luz estará de volta ministrando, juntamente com Cauê Luz, outro curso em Novembro deste ano, que envolverá Fotografia e Photoshop.

O assunto iluminação merece ser discutido mais vezes e, por isso já estou trabalhando em novas postagens sobre o assunto.

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INSCRIÇÕES ABERTAS

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Abriu a temporada de inscrições para o workshop de novembro que será realizado pelo Grupo Luz juntamente com a Publis. Maiores informações acessem o site do grupo: Grupo Luz

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GRUPO LUZ EM FORTALEZA

Ae galera! Sábado, dia 26, aqui na terra do sol, os integrantes do Grupo Luz, Leonardo e Kauê Luz, estaram palestrando sobre o tema: “Do Click a Impressão – Photoshop e Fotografia”, sobre o curso de maquiagem e fotografia digital que será realizado em Novembro, nos dias 26, 27, 28 e 29. Adianto que os caras tem um curriculum impecável e dispensam rasgação de seda. Estarei juntamente com o meu amigo Sebas San, informando ao vivo, pelo nosso blog e twitter, os azilados de plantão que estarão no trampo (ui, ui…) ou em casa (preguiça boa…). Quem quiser mais informações, acessem o blog dos nossos amigos Marcelino e Rubênio, os caras que estão nos bastidores do evento e merecem nossos aplausos por trazer para Fortaleza um curso de vergonha: os mata-pauta.

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Retoque de imagem – Sub e Superexposição

Há alguns anos atrás ouvi falar pela primeira vez o termo, nada técnico, “BAFIN” Após o tratamento convencional da foto: luz, cor, retoques, alguns ajustes aqui e outros ali, usando as ferramentas de super e subexposição nas áreas claras e escuras é possível valorizar ainda mais a iluminação de uma foto. O legal é que, além disso, é possível, através das mesmas ferramentas transformar a luz de uma imagem passando uma ideia totalmente diferente da original.

Veja o exemplo abaixo:

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Foto Original.

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Foto trabalhada com o intuito de amenizar as marcas de expressão e suavizar o brilho da luz frontal e a barba

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Aqui a ideia foi justamente o contrário, aumentar as marcas de expressão e os contornos. Além de trabalhar as áreas sombreadas dando um ar dramático e sofrido à imagem. Lembrando que até agora não foi adicionado nenhum elemento externo. Aqui, foram usadas apenas as ferramentas de super e subesposição.

Não satisfeito com o resultado, meu amigo Dell resolveu dar a sua contribuição, dessa vez, acrescentando elementos e trabalhando com efeitos de camadas. O resultado foi este:

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Cabra bom, esse Dell!!! :|

Qualquer dúvida… Comente!!! :D

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Como Fazer uma Caixa de Papel.

Olha a galera participando. Atendendo a pedidos, vou descrever como se faz uma caixa de forma bem simples. Talvez não tão simples, mas a galera que quiser mostrar um portfolio ou guardar uma publicação, ou personalizar uma caixa para um album… (Se eu continuar não tem fim!), com certeza vai gostar do resultado final.

Antes de definir o tamanho, vamos definir a finalidade da caixa.

Digamos que você vá imprimir seu portfolio para fazer aquela apresentação. Imagine um caderno horizontal com encadernação airô, todas as folhas em papel cartão preto (tipo opaline ou colorplus).

Seu trabalho impresso num tamanho 15 x 21cm. colado nas folhas mantendo aquela margem preta (famoso paspatur). Até agora a apresentação desse material, considerando o conteúdo :) , já dá pra impressionar muita gente. Pra fechar com “chave de ouro” vamos pensar num invólucro para guardar esse material.

Veja abaixo o projeto da base desse invólucro.

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Veja como fica o suporte. Aqui não há nenhuma colagem. Apenas dobra. Depois de dobrado esse suporte deve se encaixar perfeitamente na base (naquela área central com o “X”)

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O “X na área central é na verdade um corte nesse formato. A área traçada indica os vincos para o encaixe do suporte. A colagem é feita apenas nas 3 abas.

Veja agora a tampa no estilo “caixa de sapato”. O interessante é que nela também não há a necessidade de fazer nenhuma colagem.

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O traçado indica as dobras que devem ser feitas estilo “sanfona”. No final, cada corte da aba final deve se encaixar entrelaçando na área recortada.

Para facilitar, vou disponibilizar um arquivo em PDF. Aconselho que você faça uma impressão reduzida em papel 60kg, tamanho a4, para que você se familiarize com os cortes e as dobras. Depois faça a impressão em tamanho real. Ta bom! Sei que não é todo mundo que tem uma impressora capaz de imprimir esse formato. Uma alternativa seria imprimir numa gráfica rápida, ou seguir as medidas do arquivo para marcar e vincar o papel no tamanho real. O papel adequado para essa montagem é o cartão 300g, eu usaria na cor preta. Fiquem a vontade na escolha da cor ou quem sabe, da textura. Se você seguir corretamente as instruções, o resultado será o mostrado abaixo:

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Obs:. A caixa acima foi montada em tamanho reduzido. E respeite a briga da galera querendo ficar com ela. ;D

Qualquer duvida…Comente!!! :D

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PALAVRÕES

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Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.
“Pra caralho”, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que “pra caralho”? “Pra caralho” tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra carlho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?
No gênero do “Pra caralho”, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso “Nem fudendo”. O “Nem fudendo” é irretorquível, e liquida o assunto. Telibera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro para ir surfar no litoral? Não perca tempo, nem paciência. Solte logo um definitivo “Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FUDENDO!.” O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.
Por sua vez, o “porra nenhuma!” atendeu tão plenamente as situações onde nosso Ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um “é PhD porra nenhuma!”, ou “ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!”. O “porra nenhuma”, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um “Puta-que-pariu!”,ou seu correlato “Puta-que-o-pariu!”. Falados assim, cadencialmente, sílaba por sílaba, diante de uma notícia irritante, qualquer “puta-que-o-pariu!” te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o tempo devido e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.
E o que dizer de nosso famoso “vai tomar no Cu!”? E sua maravilhosa e reforçadora derivação “vai tomar no olho do seu Cu!” Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: “Chega! Vai tomar no olho do seu Cu!”. Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoe a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: “Fudeu!” (os puristas dizem “fodeu”). E sua derivação mais avassaladora ainda: “Fudeu de vez!”. Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e autodefesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar : O que você fala? “Fudeu de vez!”.
Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de “foda-se!” que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda-se!” O “foda-se” aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor, reorganiza as coisas. Me liberta. “Não quer sair comigo? Então foda-se!”. “Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!”. O direito ao “foda-se!” deveria estar assegurado na constituição Federal.
Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se…
Millôr Fernandes

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A LIÇÃO DO JARDINEIRO

Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço. Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.

O garoto ligou para uma mulher e perguntou: – A senhora está precisando de um jardineiro? – Não. Eu já tenho um “, foi a resposta. – Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo. Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso.

O garoto insistiu: – Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço. – O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora. – Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível. – Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa. Numa última tentativa, o menino arriscou: – O meu preço é um dos melhores. – Não, disse firme a voz ao telefone. Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.

Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: – Meu rapaz, você perdeu um cliente. – Claro que não, respondeu rápido. – Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo.

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro? Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos? Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura? Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza? E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las? O amor floresce nos pequenos detalhes. Como gotas de chuva que humedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor. A gentileza, a simpatia, o respeito são detalhes de suma importância para que a fluorescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.

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MINUTO DE SABEDORIA

Um velho índio descreveu certa vez em seus conflitos internos: “Dentro de mim existem dois cachorros, um deles é cruel e mau, o outro e muito bom e dócil. Os dois estão sempre brigando…” Quando então lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, refletir e respondeu: “Aquele que eu alimentar”.

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Impressoras – Não julgue um livro pela página impressa

Existem inúmeras impressoras no mercado. São inúmeros, também, os modelos para atenderem as mais diversas finalidades. Mas uma coisa elas têm em comum: a busca pela impressão mais fiel possível. Não sei se todos sabem, mas cada fabricante, ou pelo menos a maioria deles, fornece papel próprio para seus equipamentos. Isso, segundo eles, garante uma maior fidelidade de cor na impressão. A Hp, por exemplo, possui mais de 5 tipos de papel especial.

Na agência onde trabalho temos 4 impressoras no Estúdio: três modelos da Hp  formato A3/Super B e uma da Epson formato ofício. Ao imprimir um arquivo usando o mesmo papel e os ajustes padrões de fábrica, temos como resultado quatro impressões diferentes. Será que as impressoras não prestam??? Por que não consigo uma impressão fiel?? Como resolver esse problema??? Essas respostas dependem de vários fatores: luz ambiente, tipo de arquivo, modo de cor, programa o qual está sendo feito a impressão, perfil de cor do arquivo, sistema de gerenciamento de cores, tipo de papel, marca das tintas utilizadas e marca/modelo da impressora entre outros.

Outra coisa, NUNCA confie em seu monitor. A não ser que esteja calibrado, o que você vê nunca corresponderá com sua impressão.

Como mencionel, até mesmo a iluminação do seu ambiente trabalho influencia diretamente na sua percepção das cores impressas. Veja abaixo uma simulação do que eu estou dizendo. Se quiser faça a seguinte experiência. Imprima numa folha um tom uniforme de azul, depois faça uma dobra na folha. desdobre o papel e coloque-o sobre a mesa.

papel-cor

Note que um dos lados tende a esverdear devido a influência da luz amarela, enquanto o outro lado mantém o tom azulado. Claro que isso depende da iluminação local.

Então, depois de ler tudo o que eu escrevi, não julgue a qualidade de uma impressora pela primeira impressão. (não pude resistir!!!) :D

Procure ajustar os fatores que descrevi acima e pesquise qual o modo de impressão mais adequado para sua impressora. A sua principal fonte de pesquisa pode ser justamente o manual da impressora. Outra dica seria procurar nos fóruns especializados em tirar esse tipo de dúvidas. Ou faça uma busca na internet. O Tio Google está aí pra isso!!

Sebastião Figueira

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VIVO (ou morto???)

Agora é minha vez de escrever algo sério.

No começo do ano, adquiri a internet móvel da VIVO, com pacote de dados ilimitados, para poder utilizá-la seja lá onde fosse. Pois bem, antes de comprar verifiquei todas as outras operdadoras, suas vantagens e desvantagens e fiz a minha escolha pela VIVO pois era a única com uma área de cobertura maior, que pegava quase todo o estado do Ceará.

A adesão foi rápida e sem dor: os 3 primeiros meses pagando somente 50%, uma velocidade de download impressionante, sinal forte até dentro do banheiro, estabilidade na conexão, um casamento perfeito até que… passado os 3 meses…
Começa a minha peleja: velocidade de conexão abaixo do esperado, falha na conexão, dificuldade de rediscagem, downloads eternos e aos pedaços, enfim, tudo para tirar o sono da pequena criança aqui.

Tomei a iniciativa de ir na loja onde comprei o produto pedir explicações. Fui muito bem atendido, todos os atendentes com o sorriso de ponta-a-ponta da orelha, sempre me explicando a mesma coisa: norma da ANATEL. Pedi para que me dessem uma cópia do contrato que assinei, pois estava querendo me lembrar o que tinha assinado. Fui agraciado com a resposta que não poderiam ceder a cópia pois o contrato estava em poder da empresa em SP. Legal!!! Segundo o código civil, tenho por direito exigir uma cópia da segunda via. Que raios tenho a ver com isso? Comprei um plano de 1Mb ilimitado e depois de 2Gb de downloads, minha conexão cai para 128kbps. Normal da ANATEL, segundo a VIVO.

Enfim… Eu e meu amigo Sebas “Gordo” San, saímos em busca de respostas na boa e velha WEB. Nada encontramos sobre a tal “norma”, nem mesmo no site da ANATEL. Já estava deixando tudo do jeito que era mesmo (como sempre, o brasileiro se acomoda com o que tem) quando um telefonema de SP (quase não atendi pensando que era cobrança, mas lembrei que estou limpinho com os meus credores) da operadora VIVO, pois escrevi um mail há alguns dias atrás, querendo justamente saber o que estava acontecendo. Contei todo o caso para a atendente. Ela, para minha surpresa, explicou que a tal norma da ANATEL não existe e que, por lei, eu teria direito a cópia do meu contrato (descobriu o mundo…). Agradeci cordialmente a ligação e preparei meu ego para o embate de logo mais a noite…

Já sabem o que aconteceu lá… Como bom brasileiro, deixei as coisas do jeito que estavam. Como sempre digo: “Nunca assine um papel sem antes ler as letrinhas miúdas”. E foi na desgraça de letra miúda que me lasquei… Pelos meios legais, poderia entrar com uma ação na justiça visto que, eu NÃO assinei nada que fosse relacionado a quantidade de tráfegos da minha internet e sim pelo serviço prestado. O documento assinado por todos (e por mim, O Tonto) é somente uma forma legal de “prender” o cliente a empresa fornecedora do serviço pelo prazo de 12 meses.

Resumindo: tomei no ás de copas legal, sem antes não ler o contrato. :)

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